Havia uma aldeia no interior de um país europeu, que vivia um povo pacato e feliz, que sabiam se respeitar e como todo vilarejo, todo mundo conhecia todo mundo. Certa vez esse vilarejo foi atacado por um grupo de bandidos, deixando a cidade um verdadeiro caos. Poucos sobreviveram, dentre eles uma menina doce chamada Lindy, que no ataque teve seus olhos arrancados pelos bandidos e sua família morta.
Lindy não tinha ninguém, nenhum parente que pudesse cuidar dela, ela tinha apenas um gato preto de olhos bem amarelos que ela salvou do ataque.
Com o tempo as coisas no vilarejo foram voltando ao normal, e os moradores aos poucos iam reerguendo suas casas e comércios antes que chegasse o rigoroso inverno europeu.
Lindy, sem casa e sem ninguém foi até o vilarejo para pedir comida, mas as pessoas tinham nojo dela e de seu gato e se sentiam incomodadas por ela estar sem seus olhos. Logo ela não conseguiu nem comida nem abrigo.
Lindy teve que viver na mata e se alimentar de raízes e folhas para sobreviver.
Certa noite algo estranho aconteceu, uma criança do vilarejo desapareceu e foi encontrada no outro dia próximo a mata sem os olhos. Os moradores ficaram loucos e temiam que novos bandidos atacassem o vilarejo, mas nada aconteceu, nenhum ataque ocorreu ao vilarejo.
Na outra semana no mesmo dia, outra criança desapareceu e foi encontrada morta no mesmo local também sem os olhos. Os moradores se reuniram para conversar sobre esses dois casos estranhos, mas não chegaram a nenhuma conclusão.
Quando a terceira criança desapareceu, um dos moradores começou a acusar a Lindy de ter matado elas.
Então os moradores se reuniram e decidiram matar Lindy, um morador sugeriu que ela era uma bruxa e que estava arrancando os olhos das crianças para poder voltar a enchergar um dia, e que por ser bruxa ela tinha que morrer queimada. E assim fizeram, foram até a mata a procura de Lindy, que foi encontrada magra arrancando algumas raízes do chão para comer. Quando um dos moradores a viu , ele a catou pelo cabelo e foi puxando até o vilarejo na pracinha central, e Lindy gritava.
-Quem é você, me solta, eu estou com medo, socorroooo!
Os moradores se encontraram na praça, armaram uma fogueira e amarraram a menina em um tronco no centro dela.
Lindy perguntava:
-O que está acontecendo, o que vocês estão fazendo comigo.
Então um deles pegou uma tocha e ateou fogo na menina, que novamente gritava.
-Parem, está ardendo, Socorrooo!
E os moradores ficaram assistindo Lindy queimar junto as lenhas.
Depois de acabado os moradores foram pra casa e se sentiram em paz por ter acabado com os assassinatos.
Na quela noite, o homem que ateou fogo em Lindy teve um sonho horrível, com Lindy gritando por socorro, o homem acorda suado e atordoado com o pesadelo que teve e escuta um gato miando muito alto no telhado de sua casa.
Ele sem exitar pega sua espingarda sai la fora e mira na cabeça do gato, na hora em que ele atirou o gato se mexeu e ao invés de acertar a cabeça ele acerta o estomago do bicho que se abre na hora e de dentro do estomago começa a sair vários olhos de lá de dentro.
Após perceber a barbária que cometeu com a garotinha, ele não pensou duas vezes e atirou contra a própria cabeça.
Algumas pessoas contam que mesmo após a morte, Lindy ainda é vista andando na mata junto com seu gato, que por pura maldade dos moradores, era sua única companhia.


A Menina e o Gato Preto

O Brahmaparush (ou Brahmaparusha) é um terrível e horripilante vampiro indiano. Este vampiro é um espírito malévolo que tem prazer em devorar seres humanos. Ele é extremamente cruel e consumido por uma sede de sangue, e uma fome de cérebros.

Só a sua aparência já é grotesca e terrível; esses vampiros usam os intestinos de suas vítimas enrolados em seu pescoço. Eles também usam intestinos em volta da cabeça como uma coroa, mostrando seus troféus de vítimas anteriores. O Brahmaparush possui um orgulho doente de seus assassinatos.

O brahmaparush também é conhecido por carregar consigo um crânio humano. Quando ele ataca uma nova vítima, ele derrama o sangue do pescoço da vítima dentro do crânio. Após isso, ele irá beber o sangue, usando o crânio humano como um copo. Depois de ter drenado o sangue da vítima completamente, o vampiro irá então saciar-se com o cérebro dela. Logo após ele vai continuar a devorar cada parte do corpo, incluindo os ossos. Ao terminar a sua macabra refeição, ele vai enrolar o intestino de sua mais nova vítima em torno de sua cabeça e cintura, e fará uma dança ritual em torno dos cadáveres.

A sede de sangue deste vampiro é tão grande que o brahmaparush vai deleitar-se de muitos seres humanos antes que de saciar completamente. Não existem formas conhecidas para se proteger contra esse vampiro especialmente feroz, fugir e se esconder é, basicamente, a única forma de tentar escapar dele. O único capaz de fazer frente ao vampiro é um notório guerreiro, o qual é escolhido pela vila para enfrentar o mal. Ele passa por um ritual de purificação física e espiritual durante 90 dias, e ao final desse tempo, o guerreiro percorre nove santuários, nos quais ele deve rezar durante nove horas seguidas. Após tudo isso, ele empunha uma espada que passou nove vezes pela fumaça de incenso sagrado e parte então para enfrentar o brahmaparush. Anda assim, só com muita sorte ele conseguirá matá-lo sem sofrer muitos danos, os quais são quase sempre mortais.

Não é claro o modo como os brahmaparush são criados. Muitos mitos hindus sobre vampiros descrevem as criaturas como sendo uma classe de demônios separados dos seres humanos, que podem habitar os corpos dos humanos e possuí-los por um tempo, usando o corpo humano para completar a sua alimentação.


Brahmaparush

Lua Mater (ou somente Lua) foi uma antiga deusa romana, geralmente convocada durante as batalhas para destruir as armas dos inimigos. Ao final de uma batalha vitoriosa, os primeiros soldados romanos reuniam as espadas e os escudos do exército inimigo em uma pilha e dedicavam esses despojos a deusa.

Ela também tinha a tarefa de proteger a cidade de Roma, mas as pessoas não tinham permissão para falar o seu nome. Por isso, ela era conhecida como a "inefável" ou inominável deusa padroeira de Roma. Uma das responsabilidades de Lua era proteger as pessoas contra pragas e trazer aos inimigos doenças para destruí-los.

Lua era às vezes referida como a esposa de Saturno, deus romano equivalente ao grego Cronos, e nesse papel, ela era conhecida como Lua Saturni.


Lua Mater

O Pássaro de Saqqara é uma figura de um pequeno pássaro, descoberta em 1898, durante as escavações de uma tumba localizada em Saqqara, no Egito. Após a descoberta que foi quase considerada notável e jogado em uma caixa "pássaro de madeira." O artefato é datado de 200 a.C. A peça é feito de madeira de sicômoro e tem um comprimento de 14.2 cm , com uma envergadura de 18.3 cm e um peso com cerca de 40g.

Ele possui um bico, sem buracos para penas, e um olho, e foi pintado para se assemelhar a um falcão sem imagens claras e escultura de penas nas asas. O artefato é uma suposta prova de que os antigos egípcios tinham alguma noção de aviação.

Após a invenção do voo, em 1903, muitos anos depois, em 1963 a ave foi redescoberta por um egiptólogo, o Dr. Khalil Messiha, que atestou que o artefato não representava um pássaro, e sim um modelo de aeroplano, cujo original supostamente ainda estaria presente em Saqqara. Alguns testes foram feitos com modelos em escala maior, e comprovaram a teoria de Khalil, pois ele se comportou exatamente como um planador.

A discussão é se o pássaro de Saqqara é de fato zoomórfico ou uma evidência do potencial que os antigos tinham e ou exercidos voo moderna. Essa ideia é apoiada por "máquinas voadoras" adicionais, possivelmente zoomórficas, encontradas na América do Sul e datadas de 500-800 a.C., que mostravam qualidades aerodinâmicas semelhantes as do Pássaro de Saqqara. Sendo realista, é bem provável que esse artefato não passe de um brinquedo, mas pensar que as antigas civilizações possuíam conhecimentos sobre aviação é fantástico.

O Pássaro de Saqqara encontra-se nos dias de hoje exposto no Museu do Cairo, no Egito.

O Pássaro de Saqqara

A chamada máquina de Anticítera é um artefato que acredita-se tratar de um antigo mecanismo para auxílio à navegação.  O mecanismo original está exposto na coleção de bronze do Museu Arqueológico Nacional de Atenas, acompanhado de uma réplica. Outra réplica está exposta no Museu Americano do Computador em Bozeman (Montana), nos Estados Unidos da América.

Os restos do artefato foram resgatados em 1901, juntamente com várias estátuas e outros objetos, por mergulhadores, à profundidade de aproximadamente 43 metros na costa da ilha grega de Anticítera, entre a ilha de Citera e a de Creta. Datado de 87 a.C., em 17 de maio de 1902, o arqueólogo Spyridon Stais notou que uma das peças de pedra possuía uma roda de engrenagem. Quando o aparelho foi resgatado estava muito corroído e incrustado. Depois de quase dois mil anos, parecia uma pedra esverdeada. Visto que de início as estátuas eram o motivo de todo o entusiasmo, o artefato misterioso não recebeu muita atenção.

O mecanismo foi examinado em 1902, e estava em vários pedaços. Havia rodas denteadas de diferentes tamanhos com dentes triangulares cortados de forma precisa. O artefato parecia um relógio, mas isso era pouco provável porque se acreditava que relógios mecânicos só passaram a ser usados amplamente muito mais tarde.

Em 1958 o mecanismo foi analisado por Derek J. de Solla Price, um físico que mudou de ramo e tornou-se professor de História na Universidade de Yale. Ele chegou a acreditar que o aparelho era capaz de indicar eventos astronômicos passados ou futuros, como a próxima lua cheia. Percebeu que as inscrições no mostrador se referiam a divisões do calendário - dias, meses e signos do zodíaco. Supôs que deveria haver ponteiros que girassem para indicar as posições dos corpos celestes em períodos diferentes. O professor Price deduziu que a roda denteada maior representava o movimento do Sol e que uma volta correspondia a um ano solar, equivalente a 19 anos terrestres. Se outra engrenagem, conectada à primeira, representava o movimento da Lua, daí a proporção entre o número de dentes nas duas rodas deveria refletir o conceito dos gregos antigos sobre as órbitas lunares.

Em junho de 1959, o professor Price publicou um artigo sobre o mecanismo na Scientific American enquanto o mecanismo estava apenas sendo inspecionado.
Em 1971, o professor Price submeteu o mecanismo a uma análise com o auxílio de raios gama. Os resultados confirmaram as suas teorias de que o aparelho era um calculador astronômico altamente complexo. Ele fez um desenho de como achava que o mecanismo funcionava e publicou suas descobertas em 1974. Escreveu:
"Não existe nenhum instrumento como este em lugar nenhum... De tudo que sabemos sobre a ciência e tecnologia na era helenística. deveríamos ter chegado à conclusão de que um instrumento assim não poderia existir." 

Na ocasião, Price afirmou que o aparelho teria sido construído por Geminus de Rhodes, um astrônomo grego, mas a sua conclusão não foi aceita pelos especialistas à época, que acreditavam que, embora os antigos gregos tivessem o conhecimento para tal máquina, não tinham a habilidade prática e científica necessária para construí-la. Os dados obtidos pela máquina são muito semelhantes aos descritos nos manuscritos de Galileu Galilei e as semelhanças vão além da coincidência, levando a crer que Galileu valeu-se de tal máquina em suas pesquisas.

Em 1996 o físico italiano Lucio Russo, professor na Universidade de Roma Tor Vergata, publicou um artigo acrescentando novas luzes à questão. O artigo foi traduzido e publicado em língua inglesa em 2004 sob o título de "The Forgotten Revolution: How Science Was Born in 300 BC and Why it Had to Be Reborn".

A partir de setembro de 2005, a fabricante estadunidense de computadores Hewlett-Packard contribuiu para a pesquisa disponibilizando um sistema de reprodução de imagens, tomógrafo digital, que facilitou a leitura de textos, que haviam se tornado ininteligíveis devido à passagem do tempo.

Essas pesquisas permitiram uma visão melhor do funcionamento do mecanismo. Quando o usuário girava o botão, as engrenagens de pelo menos 30 rodas denteadas ativavam três mostradores nos dois lados do aparelho. Isso permitia que o usuário previsse ciclos astronômicos - incluindo eclipses - em relação ao ciclo de quatro anos dos Jogos Olímpicos e outros jogos pan-helênicos. Esses jogos eram comumente usados como base para a cronologia.

Essas informações eram importantes pois para os povos da Antiguidade o Sol e a Lua eram a base para os calendários agrícolas, além do que os navegadores se orientavam pelas estrelas. Os fenômenos astronômicos influenciavam todas as instituições sociais gregas.

"Para os babilônios antigos, prever eclipses era muito importante, visto que esses fenômenos eram considerados presságios ruins", escreveu Martin Allen, do Projeto de Pesquisa do Mecanismo de Anticítera. "De fato, o mecanismo poderia ser encarado como uma ferramenta política, permitindo que governantes exercessem domínio sobre seus súditos. Foi sugerido que um dos motivos de sabermos tão pouco sobre mecanismos desse tipo é que eles eram mantidos em sigilo por militares e políticos." 

O artefato prova que a antiga astronomia e matemática gregas, originadas em grande parte na longa tradição babilônica, eram bem mais avançadas do que até então se imaginava. A revista Nature referiu-o assim: "O antigo mecanismo de Anticítera não apenas desafia nossas suposições sobre o progresso da tecnologia ao longo das eras - ele nos dá novos esclarecimentos sobre a própria História.".

O mecanismo de Anticítera não poderia ser o único mecanismo desse tipo. "Não há nenhuma evidência de quaisquer erros", escreveu Martin Allen. "Todas as características mecânicas têm uma função. Não há nenhum furo extra ou vestígios de metal que sugiram modificações feitas pelo fabricante durante o processo de construção do mecanismo. Isso leva à conclusão de que ele deve ter fabricado vários modelos".

Pesquisas mais recentes revelam que o mostrador que indicava os eclipses continha o nome dos meses. Esses nomes são de origem coríntia. A revista Naturedeclarou: "As colônias coríntias do noroeste da Grécia ou de Siracusa, na Sicília, são as mais prováveis - a segunda indicando um patrimônio que remonta os dias de Arquimedes."

Esquema da máquina de Anticítera.

Aparelhos similares não foram encontrados porque "O bronze é um produto valioso e altamente reciclável", escreveu Allen. "Em resultado disso, antigos achados de bronze são muito raros. Na verdade, muitos deles foram descobertos debaixo da água, onde não eram acessíveis aos que talvez fossem reutilizá-los". "Nós só temos esse [exemplar]", diz um pesquisador, "porque estava fora do alcance de sucateiros".

Foi atribuído a Arquimedes a construção desse aparelho. Sua serventia vai além de guiar naus. Esse aparelho é precioso em calcular a orbita lunar, solar, mais as órbitas de cinco planetas ao redor da terra, além de ser capaz de prever eclipses lunares e solares por séculos a frente. Sua precisão é espantosa visto que foi produzido por mãos humanas. Chegou a ser considerado uma máquina de previsão do futuro.

A Grécia não só é o berço da civilização ocidental como também pode ser considerada o berço da tecnologia ocidental sendo esse aparelho o primeiro computador feito pelo homem.

Em dezembro de 2006, o astrônomo grego Xenofondas Musas, diretor do departamento de Física e Astronomia da Universidade de Atenas, anunciou durante a sua apresentação, em Atenas, que cientistas gregos e estrangeiros haviam decifrado o enigma sobre o maquinismo de Anticítera. Chegou-se à conclusão de que o artefato é um tipo de computador e um aparelho para a astronomia.

Entre as novas descobertas, está a de que os povos antigos faziam referências a locais como Alexandria e a Espanha. O artefato de Anticítera podia realizar cálculos de astronomia e determinar a posição dos planetas desde o século I a.C., data que se estima para a sua construção. Os cientistas concordaram que se trata de uma evolução do planetário construído por Arquimedes e das construções megalíticas de Stonehenge, na Inglaterra.

Intensamente estudado entre o final da década de 1950 e o início da década de 1970, o mecanismo é composto por 27 engrenagens de bronze, feitas a mão, e organizadas de modo a representar mecanicamente a órbita da Lua, de outros planetas do Sistema Solar e do próprio Sol. Primitivamente teria sido protegido por uma caixa ou moldura de madeira, constituindo-se no mais antigo computador analógico hoje conhecido.

O artefato é notável porque já empregava, no século I a.C., uma engrenagem diferencial, que se acreditava ter sido inventada apenas no século XVI, e pelo nível de miniaturização e complexidade de suas partes, comparável às de um relógio feito no século XVIII.

O Mecanismo Anticítera

O chamado Disco Genético é um artefato descoberto nas proximidades da cidade de Bogotá, Colômbia pelo arqueólogo Jaime Gutierrez-Lega e tem sido alvo de curiosidade, assim como um mistério para a ciência moderna desde a sua descoberta. O disco retrata homens e mulheres sexualmente, e em suas bordas exteriores exibe a progressão da vida, desde a gestação até a infância. Ele é considerado um dos achados mais interessantes dentre os Ooparts ("Objetos Fora de Lugar" - termo aplicado a quaisquer artefatos que não podem ser classificados em qualquer sistema conhecido da cultura. Eles também costumam exibir tecnologia científica que excedem em muito o que teria existido no momento em que o artefato é datado).

O disco foi feito com lydite, uma pedra com uma dureza similar à do granito, porém de estrutura tão frágil quanto uma folha, tornando impossível reproduzir esse disco utilizando o mesmo material, apesar de nossa tecnologia atual. O disco mede cerca de 27 centímetros de diâmetro e pesa 2 quilos.  Quanto à datação da pedra, mesmo não sendo possível atribuir-lhe um período histórico preciso, parece ter sido manufaturada aproximadamente 6000 anos atrás. No entanto, esse disco não se encaixa em qualquer cultura pré-colombiana existente.

A Simbologia do Disco

Os símbolos gravados no disco são separados por listras verticais individuais, e representam várias coisas que normalmente só podem ser visualizadas com o auxílio de um microscópio.


Em um lado do disco , temos, na parte superior, várias representações de fetos em tamanhos e idades diferentes, terminando com o que parece ser uma criança pequena. Na parte de baixo podemos ver o que parece representar um homem e uma mulher. No lado direito, pode-se ver a representação de um homem, uma mulher e uma criança. Estranho porém  é a forma como as cabeças humanóides são representadas.

O outro lado do disco genético  mostra cenas de uma divisão celular. Pesquisadores foram claramente capazes de reconhecer as diferentes fases da gestação humana no disco. Muito significante são os olhos distantes e o nariz largo do zigoto. Esta é uma característica da estrutura embrionária da cabeça.

No lado esquerdo da imagem, podemos ver um óvulo fecundado e outro não fecundado. No lado direito, podemos observar a representação de alguns espermatozóides. No disco existem ainda várias representações muito estranhas que não podemos explicar.

Hoje o disco se encontra no Museu de Ciências Naturais de Viena, na Áustria, sendo analisado ​​pelo Dr. Vera M.F. Hammer e ainda possui muitos enigmas para serem resolvidos.

O Disco Genético

 O Código de Hamurabi (também escrito Hamurábi ou Hammurabi) é um dos mais antigos conjuntos de leis escritas já encontrados, e um dos exemplos mais bem preservados deste tipo de documento da antiga Mesopotâmia. Segundo os cálculos, estima-se que tenha sido elaborado pelo rei Hamurábi por volta de 1700 a.C. Foi encontrado por uma expedição francesa em 1901 na região da antiga Mesopotâmia correspondente a cidade de Susa, atual Irã.

É um monumento monolítico talhado em rocha de diorito, sobre o qual se dispõem 46 colunas de escrita cuneiforme acádica, com 282 leis em 3600 linhas. A numeração vai até 282, mas a cláusula 13 foi excluída por superstições da época. As leis dispõem sobre regras e punições para eventos da vida cotidiana. Tinha como objetivo principal unificar o reino através de um código de leis comuns. Para isso, Hamurabi mandou espalhar cópias deste código em várias regiões do reino. A peça tem 2,25 m de altura, 1,50 metro de circunferência na parte superior e 1,90 na base.

As leis apresentam punições para o não cumprimento das regras estabelecidas em várias áreas. As punições ocorriam de acordo com a posição que a pessoa criminosa ocupava na hierarquia social.

O código é baseado na antiga Lei de talião, “olho por olho, dente por dente”. Logo, para cada ato fora da lei haveria uma punição, que acreditavam ser proporcional ao crime cometido. A pena de morte é a punição mais comum nas leis do código. Não havia a possibilidade de desculpas ou de desconhecimento das leis.

A sociedade era dividida em três classes, que também pesavam na aplicação do código:
Awilum: Homens livres, proprietários de terras, que não dependiam do palácio e do templo.
Muskênum: Camada intermediária, funcionários públicos, que tinham certas regalias no uso de terras.
Wardum: Escravos, que podiam ser comprados e vendidos até que conseguissem comprar sua liberdade.

Pontos principais do código de Hamurabi: 

*lei de talião (olho por olho, dente por dente) 
*falso testemunho 
*roubo e receptação 
*estupro 
*família 
*escravos 
*ajuda de fugitivos 

Exemplo de uma disposição contida no código:
Art. 25 § 227 - "Se um construtor edificou uma casa para um Awilum (homens livres, proprietários de terras), mas não reforçou seu trabalho, e a casa que construiu caiu e causou a morte do dono da casa, esse construtor será morto".

No seu epílogo, Hamurabi afirma que elaborou o conjunto de leis "para que o forte não prejudique o mais fraco, a fim de proteger as viúvas e os órfãos" e "para resolver todas as disputas e sanar quaisquer ofensas".

Durante as diferentes invasões da Babilônia, o código foi deslocado para a cidade de Susa (no Irã atual) por volta de 1200 a.C. Foi nessa cidade que ele foi descoberto, em dezembro de 1901, pela expedição dirigida por Jacques de Morgan. O abade Jean-Vincent Scheil traduziu a totalidade do código após o retorno a Paris, onde hoje ele pode ser admirado no Museu do Louvre, na sala 3 do Departamento de Antiguidades Orientais.

Durante o governo de Hamurabi, no primeiro império babilônico, organizou-se um dos mais conhecido sistema de leis escritas da antiguidade: O Código de Hamurábi. Outros códigos, (Código de Ur-Nammu), haviam surgido entre os sumérios que viveram entre 4.000 anos a.C. a 1900 a.C. na Mesopotâmia. No entanto, o Código de Hamurabi foi o que chegou até nós de forma mais completa - os sumérios viviam em pequenas comunidades autônomas, o que dificultou o conhecimento desses registros.

Hamurábi, ou “Khammu-rabi” em babilônico, foi o sexto rei da Suméria (região do atual Iraque) por volta de 1750 a.C. e também ele quem uniu os semitas e sumérios fundando o império babilônico.

O Código de Hamurábi ficava inicialmente no templo de Sippar (uma das cidades mais antigas da Mesopotâmia), sendo que diversas cópias suas foram distribuídas pelo reino de Hamurábi. No topo do monólito (monumento construído a partir de um só bloco de rocha) encontra-se uma representação de Hamurábi em frente ao deus sumeriano do sol Shamash.

Seu código tambem abrange matérias de ordem, civil, penal e administrativa como, por exemplo, o direito da mulher de escolher outro marido caso o seu seja feito prisioneiro de guerra e não tenha como prover a casa, ou a obrigação do homem de prover o sustento dos filhos mesmo que se separe de sua mulher.



O Código de Hamurabi

O Necronomicon ("Al Azif", no original árabe) é um livro fictício criado por H.P.Lovecraft, autor estadunidense de ficção científica, horror e literatura fantástica. Segundo o próprio, o Necronomicon teria sido escrito em Damasco por volta de 730 d.C. por Abdul Alhazred, um poeta árabe louco originário de Sanaa, no Iémen.

Embora o livro seja fictício, Lovecraft forneceu inúmeros dados supostamente reais a respeito da sua origem e história. Indicou, por exemplo, que o livro foi banido pelo Papa Gregório IX em 1232, logo após a sua tradução para o latim, e que dos exemplares ainda existentes um está guardado no Museu Britânico em Londres e outro na Biblioteca Nacional em Paris. Graças a isso, e apesar do autor ter insistido em numerosas ocasiões que o livro é pura ficção, existem relatos de pessoas que acreditam realmente que o "Necronomicon" é um livro real e o próprio Lovecraft recebeu cartas de fãs inquirindo acerca da autenticidade do mesmo.

O livro possuía um vasto conhecimento sobrenatural, em todas suas paginas assustadoras, podiam se encontrar feitiços e poções, em grande quantidade os feitiços de Necromancia, ou seja, ressuscitar os mortos, fazer contato com os mesmos ou outras entidades sobrenaturais, viajar para o além onde muitos seres fantásticos habitam, mandar para longe entidades ou trazer de volta a terra entidades que foram banidas e aprisionadas em outro mundo,alem de sua leitura causar a loucura e até a morte, ou seu desejo momentâneo mais profundo se torne realidade, causando sérias devastações.

Em 1927, H.P Lovecraft escreveu uma breve história do Necronomicon que foi publicado em 1938, após sua morte, como "História do Necronomicon". De acordo com esse relato, o livro foi originalmente chamado Al Azif, uma palavra árabe que Lovecraft definiu como "O som noturno" (feito por insetos) que poderia ser o uivo de um demônio, (um dicionário árabe / Inglês traduz `Azif como assobio do vento, som estranho ou ruído).

Alguns escritores produziram e apresentaram necronomicons diversos. Um de tais escritores é o italiano Frank G. Ripel, fundador de uma Escola de Mistérios - a Ordem Rosa Mística. Em um de seus livros - La Magia Lunar - Ripel fornece uma tradução em castelhano do "verdadeiro Necronomicon" que, segundo Ripel, teria sido formulado há mais ou menos 4.000 anos a.C. O Al Azif seria uma versão espúria, adulterada através dos tempos. O Necronomicon da Ordem Rosa Mística fundamenta uma série de rituais da Ordem e há quem acredite que todas as entidades nele citadas são reais.

Existe outro tipo de livro dos mortos que eram colocados com as múmias, para ajudá-las a fazer sua viagem para o além, outros as ajudavam a ressuscitar, que também possuíam necromancia. Eram escritos em rolos de papiros e colocados nos túmulos. A junção de tais textos funerários formaram o que é conhecido hoje como o Livro dos Mortos, reconhecido pela história, e que não é tão mítico como o Necronomicon.

Necronomicon