CONTEÚDO INADEQUADO PARA MENORES DE 18 ANOS

Bonecas Sexuais Humanas (+18)


Mamãe e Papai discutiam no andar de baixo, eu não gostava disso.

“Ele é um porco bêbado e fedorento e ela uma vadia masoquista.

Era sempre sobre a mesma coisa, todo dia, toda vez que ele estava em casa. Dinheiro.

“Porco se não gastasse tudo em bebidas e vadias de esquinas teria mais”.

Eu sabia o motivo de estarmos no escuro naquela noite, haviam cortado nossa luz por falta de pagamento, eu não gostava de ficar no escuro. Principalmente à noite.

“Você não deveria mais ter medo do escuro já está muito grande pra isso”


Masky Girl: A OrigemMamãe gritava sobre como não conseguia pagar as contas e ainda comprar meu remédio, já papai dizia que isso não era o mais importante e sim o fato dele estar devendo pra muitas pessoas e que se não pagássemos ficaríamos sem casa. Mamãe ainda tentou insistir que meu remédio era uma causa mais urgente, mas ele não ouvia, ouvi mamãe gritar e um barulho de vidro quebrado, e mais alguns gritos abafados. E por fim silêncio.

“Ele deve ter finalmente tê-la matado não vai fazer falta ela só servia pra capacho”

Eu estava preocupada com mamãe eu tinha de ver se ela estava bem, abri a porta de meu quarto e coloquei temerosamente minha cabeça para fora, o corredor estava escuro e gelado como um mausoléu de pedra, caminhei a passos receosos em direção à escada, conforme eu andava sentia o piso frio sobre meus pés desnudos, pouco tempo depois sentia que não estava saindo do lugar pois nunca chegava à escada, ela não era tão longe, não havia uma mínima luz que pudesse me guiar pelas sombras, era como se eu estivesse cega, tateei em volta a procura das paredes mas elas já não estavam ali, também não sentia mais meus pés tocarem o chão frio e de repente já não tinha controle sobre meu corpo, não sabia onde estava, aquilo era aterrorizante, uma tortura horrível e insuportável, queria gritar mas não sentia minha boca ou mesmo qualquer parte do meu corpo, estava tudo amortecido. Aquilo devia ser mais uma das minhas varias alucinações que tinha quando ficava muito tempo sem tomar meu remédio, mas dessa vez era diferente eu não estava vendo coisas ou mesmo surtando aos gritos por medo de algo irreal, aquilo parecia real, mais real do que qualquer alucinação que já tive nesses quinze anos. 

Comecei a me sentir mal, como se estivesse sendo desmembrada, tendo cada parte do meu corpo arrancada de maneira completamente estranha, a dor era excruciante até que, já não senti mais nada, nem mesmo meus pensamentos, o cansaço tomou conta de mim, mesmo relutando me rendi ao sono enquanto despencava em uma queda cega e sem fim, com uma voz sussurrando meu nome “Lucy”.

" Frio era tudo que sentia, mas isso não me incomodava, nem o frio nem o escuro, ele era parte de mim, de nós, eu era parte dela, e ela parte de mim, mas ... Não queriam me deixar ficar, não me queriam por perto, tentaram me matar, mas mesmo assim eu ainda estava ali observando, esperando.

Senti um cheiro conhecido meu vindo do andar de baixo, era gasolina, aquele porco iria por fogo na casa deixando eu minha mamãe queimar vivas, do pé da escada, o vi, ele desceu para o porão com uma simples lanterna em seu chaveiro, depois de tudo que ele fez a nós ele não sairia dali com vida. 

Peguei um cano de ferro que se encontrava perto do beiral da escada de madeira podre, segurei-o firme e decidida a mata-lo, estava pronta para um golpe certeiro em sua cabeça mas ele me agarrou e me chutou para o chão ficando em cima de mim, não havia como me livrar dele, ainda tinha uma pequena chance, minha mão se fechou em um punhado de terra que foi lançado em seus olhos, ele ainda teve tempo de me dar um tapa que me fez cair sobre os vários amontoados de caixas, ele me pegou pelo pescoço e me jogou em outro canto, o lado direito de meu rosto bateu contra o metal da fornalha que servia para aquecer a casa, ele corria escada acima aos tropeços, quando me levantei um pedaço da carne do meu rosto ficou preso à parede da fornalha que cheirava a carne humana queimada, voltei meus olhos às pilhas de caixas que havia derrubado, uma fraca luz de cima iluminava uma mascara branca de olhos e boca negros, me levantei o mais rápido que pude peguei a mascara do chão e a coloquei o plástico pareceu se fundir com a parte que faltava em meu rosto.

Ele já havia começado o incêndio, mas burro como era ficou preso entre as chamas, esbocei um sorriso de satisfação por de baixo da mascara, ele cairá na própria armadilha, podia ouvir os sons de sirenes que se aproximavam, corri o mais rápido que pude mesmo tendo algumas das partes de meus braços queimadas consegui escapar, finalmente estava livre.
Parei em um beco onde haviam vários entulhos domésticos largados de qualquer maneira, havia um espelho trincado onde mirei minha imagem, tentei retirar a mascara para ver o estado de meu rosto mas eles haviam se fundido num só.

Estava começando a chover havia uma pequena cabana improvisada com latões e papelão, passaria a noite ali, até conseguir outra vitima para me divertir. Eu precisava de um novo nome toquei meu rosto e ele veio imediatamente. 


Masky Girl

Masky Girl: A Origem

Conta à lenda que, uma jovem muito bonita chamada Teresa Fidalgo, morreu em 1983, num acidente trágico, na cidade de Sintra, Portugal.

Inconformada com sua morte prematura, ela queria que todos morressem também.

Depois de anos, 3 jovens, Thiago, Tânia e David, estavam andando de carro próximo ao local onde Teresa Fidalgo havia morrido.

A Lenda de Teresa FidalgoDavid estava filmando a viagem, quando de repente, avistaram uma bela jovem, à beira da estrada, pedindo carona.

Eles pararam o carro e deram carona para a garota, mas nem imaginavam que se tratava de um espírito maligno e atormentado.

Se apresentaram, e a garota disse que se chamava Teresa Fidalgo.

David direcionou sua câmera para Teresa e começou a filma-la sem parar, pois ficara encantado com sua beleza.

Quando chegou num certo ponto da estrada, Teresa pediu que eles encostassem o carro, dizendo que era ali que ela deveria saltar.

Quando Teresa viu que estavam no mesmo local onde ela morreu,ela começou a gritar assustadoramente. O susto foi tão grande que o carro capotou varias vezes.

Thiago e Tânia faleceram no acidente,mas David, o dono da câmera, sobreviveu.

Assustado e traumatizado com o acidente e com a morte de seus amigos, David sequer conseguia dar maiores detalhes sobre o porque do carro ter capotado daquela forma.

David contou aos policiais que haviam parado na estrada para dar carona a uma garota chamada Teresa Fidalgo e que ela também estava no carro na hora do acidente.

Só que a policia não encontrou seu corpo e nem vestígios de que realmente havia uma quarta pessoa dentro do carro.

A polícia investigou o caso, mais não conseguiu encontrar nada, a não ser o fato de que uma jovem chamada Teresa Fidalgo tinha morrido naquele mesmo local há muitos anos atrás, em 1983.

Alguns anos depois, a câmera de David foi encontrada e o vídeo estava intacto.
A história ganhou tanta repercussão que envolveu até autoridades locais que convidaram peritos para verificar se o vídeo possui algum fato verídico ou não.


A Lenda de Teresa Fidalgo

Susy chegou pontualmente às nove da noite na casa onde iria cuidar de duas crianças de três e cinco anos enquanto seus pais iriam a um jantar de negócios em uma cidade vizinha.
A Babá e o PalhaçoDepois de dar as explicações para o casal saiu da casa deixando Susy com as crianças que já haviam ido deitar-se, o que evitou que ela conhecesse as crianças ou seu quarto.

Algum tempo depois ela escutou choro de crianças no andar de cima onde ficavam os quartos e foi lá ver o que era. Chegando lá encontrou as duas meninas chorando muito.
(O que foi?) – perguntou Susy.

(Eu não gosto de palhaços)- disse uma delas estendendo a mão para um canto do quarto.
Susy levou um susto ao ver um boneco de palhaço do tamanho de uma pessoa adulta. Segundos após recuperar do susto ela também ficou com medo, pois aquele boneco era muito assustador. Pensou por que os pais deixariam um boneco tão feio no quarto das meninas. Ela sentou e cantou canções para as duas até elas voltarem a dormir. Depois disso voltou para o primeiro andar da casa e foi assistir televisão.

Um estouro acompanhado do choro das meninas minutos depois alertou novamente a babá. Ela correu para o quarto onde as meninas encontravam-se chorando da mesma maneira de antes.
(Vocês tem que voltar a dormir. Ainda estão com medo do palhaço?)
(Ele estourou um balão pra nos assustar) 
Susy olhou para o chão e viu o balão estourado, uma agulhada no estomago a deixou preocupada. Ela olhou para o palhaço uma vez mais e pensou que ele estava em outra posição da primeira vez que ela o viu. Ela também ficou com medo e disse para as meninas que iria pedir para os pais virem embora. Desceu as escadas e pegou o telefone que estava na parede, mas estava sem linha. Foi até sua bolsa, pegou o celular e digitou o numero deixado pelos pais das crianças, a mulher atendeu.

(Oi aqui é a Susy, eu estou ligando porque as meninas estão com muito medo. Eu queria saber se eu posso tirar ou cobrir aquele boneco de palhaço gigante lá no quarto delas.) (”< “O que? Nós não temos nenhum boneco de palhaço em casa.) Somente ai Susy deu-se conta que não mais ouvia o choro das crianças e saiu em disparada para a escada. O suor frio descia pela sua testa, seu coração disparado e a boca seca deixam clara a sensação de pavor que ela sentia naquele momento. Cada degrau da escada parecia ter quilômetros, pois ela queria ver as crianças e saber se estava tudo bem. A única coisa que a mãe da criança escutou foi um grito e o telefone caindo no chão. O casal voltou para casa imediatamente e quando chegaram encontraram as duas crianças e a babá mortas. Todas tinham seus rostos pintados de palhaço e um balão de hélio amarrado no braço

A Babá e o Palhaço

Uma menina estava sentada em seu quarto. Ela tinha o cabelo castanho com pequenas tranças bagunçadas, assim como seus olhos castanhos que olhava para a porta. Ela abraçou sua girafa de pelúcia bem perto de seu pequeno corpo enquanto ouvia os gritos altos da discursão entre de seu pai e sua mãe.
-Eu nunca deveria ter feito nenhum desses filhos – Gritou uma voz alta masculina – Tudo que eles fazem é reclamar e rabiscar as paredes…
Ele foi cortado pelo alto grito da mãe das meninas.
ClockWork: O Seu Tempo Acabou-Não fale assim dos seus filhos David! Elas são apenas crianças!
-Não fode Mary! Eu não quero ouvir suas desculpas inúteis! Já aguentei o suficiente com elas!
– E o que você pensa em fazer David?

A menina ouviu os passos altos vindo em direção ao quarto dela e ela abraçou ainda mais forte a pequena girafa.
A porta foi violentamente aberta e na porta estava o enorme e irritado pai segurando um livro grande e pesado em uma de suas mãos carnudas.
-Por favor! Pare com isso David! – Gritou a mãe.
O pai ignorou os gritos suplicantes de sua esposa. Ele agarrou a menina pelo pescoço, ela gritou, chutou, se contorceu e tremeu de medo. O pai das meninas ergueu o enorme livro didático em direção ao pequeno rosto da criança.
-Isso é pelos desenhos e rabiscos em minhas paredes! Sua vadia.




Anos mais tarde, a menina era conhecida como Natalie e agora tinha 17 anos de idade. Ela estava
sentada em sua sala, assistindo TV. O pai dela estava gritando sobre economizar alguma merda, mas ela há muito tempo não dava a mínima ao que ele falava e continuava mastigando um pouco de pipoca.
Ela também estava fazendo um desenho. Usando bastante o lápis vermelho ela desenhava sangue, ela gostava de desenhar sangue. Era uma satisfação estranha. Fora isso, a multitarefa nunca foi um problema para ela. Desde mais jovem tornou-se evidente para ela que era capaz de fazer tantas coisas ao mesmo tempo. Desenhos acabaram se tornando seu talento e paixão. Era sua maneira de escapar da realidade, quando algo ruim preenchia sua cabeça ou quando ela estava simplesmente entediada.
-Bem, chegamos – Ela olhou para uma grande fachada na escolha que dizia “Instituto Walker Vill de belas artes”. Ela suspirou cansada e saiu do carro, colocando a mochila no ombro. – Até mais – disse ela fechando a porta do carro. Ela entrou na escola, conversou com um casal de amigos, depois foi até seu armário no terceiro andar, ela pegou seus livros e só então percebeu que estava 5 minutos atrasada, ela correu para a aula. Sua professora de inglês, já nervosa com o atraso, veio até a mesa de Natalie.
-Onde está sua atribuição, senhorita Natalie?
-Eu, hum.. Esqueci em casa.
A professora resmungou enquanto voltava à sua mesa: -Seu tempo acabou, Natalie, Não me decepcione.
Natalie parecia intrigada com esse pensamento por um momento. Ela não sabia por que, mas essas palavras pareciam derreter ela. Ela simplesmente ignorou e voltou a ouvir a aula, e adormecer não muito tempo depois, é claro.
Mais tarde naquele dia, ela estava indo para seu armário se preparando para o quarto período e de repente, seu namorado, Chris, veio até ela.
-Hey… Quero falar com você depois da escola, ok?
Ela sorriu carinhosamente para Chris, embora estranhamente, ela não esperava nada. Ele foi sempre um cara doce.
Durante as aulas de francês, ela não se atreveu a prestar atenção, em vez disso, ela rabiscou uma coisa que ela adorava desenha: sangue, gore, pessoas sendo esfaqueadas e facas. Outras pessoas dizem que é muito obscuro ela desenhar essas coisas, mas ela não via nada de errado com ele.
– Senhoria Natalie!
Ela rapidamente cobriu os desenhos em seu papel e olhou para seu professor de inglês.
-Sim…
Ele gesticulou para mover seu braço com uma leve virada de cabeça.
-Mostre o seu trabalho.
Ela hesitante moveu o braço para mostrar a imagem de alguém sendo esfaqueado. O professor olhou perplexo, olhando para ela e para o desenho. Ela sorriu nervosamente.
-Apague isso e comece a fazer seu trabalho – ele disse em um tom calmo. Ela suspirou de alivio e começou a apagar a imagem – E senhoria Natalie – Ela olhou para ele – Seu tempo esta quase acabando, comece a fazer seu trabalho. Sugiro que comece agora. De novo ela resmungou com essa observação. O tempo sempre parecia estar contra ela, na medida em que ela se importava o tempo que se foda.
Após a aula, ela saiu da escola para encontrar seu namorado em pé, perto da calçada. Ela sorriu e se aproximou, esperando que os problemas daquele dia fossem esquecidos perto dele. Mas quando ela se aproximou, seu sorriso desapareceu. Ele não estava sorrindo de volta como de costume.
-Chris, aconteceu alguma coisa? O que você queria me falar?
-Natalie, eu acho que chegou a hora de cada um seguir sua vida, em pouco tempo teremos esquecidos um o outro.
Ela sentiu seu coração partido
-Esta terminando comigo? Mas por quê?
Ele deu um olhar severo.
-É a sua mentalidade, seus desenhos, eles me arrastam para longe de você. Acho que tem algo de errado com você, e a parte mais triste é que não me diz por que está agindo assim. Faz-me sentir irresponsável, então eu só… Não posso mais fazer isso… Nosso tempo juntos acabou… Eu sinto muito.
E com isso ele começou a se afastar.

Natalie colocou suas mãos na pia do banheiro de sua casa. Ela se olhou no espelho, seus olhos estavam se contraindo.
– Eu não vou me machucar como os outros. Serei mais forte.
Havia uma agulha e uma linha preta na mão.
– É inútil, não vai ajudar – Alguma sensação estranhar puxou seu subconsciente. Ela riu um pouco. – Não, eu estou fazendo isso porque eu quero. – ela levantou a agulha e a linha até o final do mesmo. Ela sorriu amplamente. – O tempo acabou.
Pedaço por pedaço, corte após corte. Mesmo com a dor excruciante, ela não lamentou, ela não choramingou, ela não chorou. Não havia mais lágrimas para derramar, tudo que ela fez foi sorrir. O sangue das perfurações caia gotejando na pia. Quando ela terminou, ela não se arrependeu e admirou seu trabalho prático. Ela acariciou os pontos horrendos ao lado de sua boca que se espalhou eu um largo sorriso. Ela sentiu o sangue quente e úmido em seus dedos e o lambeu com cuidado, consumindo o gosto metálico do líquido em puro êxtase.
Ela parou quando viu sua mãe através do reflexo do espelho com os olhos arregalados e o rosto pálido. De repente, ela sentiu a dor e gritou:
-Mãe?
Ela nunca se sentiu tão confusa. O que aconteceu com ela?

Sua mãe agendou uma terapia para ela. Natalie se livrou dos pontos e percebeu quanta dor trouxe então ela foi para o terapeuta. Ela usava um capuz, para não deixar ninguém ver. Ela sentou-se no assento de couro e olhou para mulher de cabelos loiros em frente a ela em silêncio.
-Seu nome é Natalie, certo?
Natalie apenas balançou a cabeça.
-Eu sou Debora e estou aqui para ajudar. Por favor me diga, o que tem te perturbado ultimamente?
Natalie levantou a cabeça.
– Tempo. O tempo tem sido meu problema.
Debora olha confusa.
– Como assim o tempo?
As mãos de Natalie segura o couro do assento.
– O tempo obriga você a viver com ele, progride lentamente ao longo da vida, controlando a sociedade, apenas para me torturar. Ele é um ciclo vicioso, o tempo não acaba, não abrange, não acelera. Ele é violento e nós vivemos através da tortura de não saber o que é realmente o tempo, não podemos avançar dentro dele.
Debora não tinha ideia do que estava dizendo. A terapeuta se inclinou mais perto.
-Querida, eu quero que você me diga o que aconteceu com você.
Natalie a encarou nos olhos. Fez uma longa pausa, ela sorriu exibindo as perfurações dos pontos ligeiramente abertos novamente.
-Por que você não me diz loira oxigenada. Você é a especialista aqui.
Debora parecia ter um olhar de irritada.
– Eu não posso ajuda-la até que você me dia o que está de errado, Natalie.
Seus dedos começaram a rasgar o assento de couro.
– Natalie não está mais aqui, não mais.
Com isso, os olhos de Debora se arregalaram, ela se levantou.
– Eu já volto. Por favor, espere aqui.
Ela saiu deixando-a sozinha. Natalie não se moveu, ela sentou-se perfeitamente imóvel. Depois de um tempo natural de espera e de impaciência, seus pais finalmente entraram. Ela ficou feliz de ir embora, mas ela notou as expressões de seus pais. Mesmo seu pai, tinha um olhar entristecido e estranho em seu rosto. No caminho, ela pensou que estava voltando para sua casa, e começou a adormecer.
Estranhamente ela ouviu uma voz sombria falando em seu sonho. Era como se a voz ecoava em uma escuridão eterna. – “Seu tempo acabou” – Ela acordou agitada e suor rolava pelo seu rosto.
Ela não estava em casa, ela não estava no carro, ela estava em uma cama, uma cama branca em um quarto totalmente branco. Ela olhou ao seu lado, vendo que estava ligada a um monitor cardíaco. Ela foi se levantar, mas de repente percebeu que estava limitada para se mover. Ela entrou em pânico, ela tentou lutar, mas fez uma pausa quando ouviu a porta à sua esquerda ser aberta. Um homem em uma camisa branca olhou para ela, com as mãos atrás das costas.
– Você deve estar muito confusa agora, eu posso imaginar, mas vou te explicar, nós só estamos aqui para ajudar. Seus pais concordaram em assinar um contrato para lhe dar algumas drogas mentais, na esperança de ajudar seu estado de espírito.
Ela abriu a boca para protestar, mas foi rapidamente silenciada.
– Você estará de volta ao normal em pouco tempo. Apenas tente relaxar. O tempo é seu amigo agora.
Ele se aproximou. Ela tentou se afastar, mas não conseguiu devido aos laços em torno de seu pulso e pernas. Ele cuidadosamente pegou uma máscara e colocou sobre a boca e o nariz. Ela tentou se livrar, mas sentiu-se sob o efeito das drogas e os seus olhos lentamente se fecharam.

De repente, ela acordou. Ela não conseguia entender o que diabos estava vendo.
Ela estava levando injeções múltiplas, sentia-se tonta, mas muito consciente de seus arredores. Sua frequência cardíaca estava começando a acelerar no monitor e os médicos tomaram conhecimento disso, eles olharam para ver seus olhos abertos. Um dos médicos estava gritando com outro. Ela não conseguia entender sobre o que eles estavam falando, mas de repente ela sentiu uma descarga de adrenalina e começou a tremer violentamente. Um dos médicos indo para segurá-la, mas por algum motivo hesitou em fazer isso. Todos os três médicos recuaram. Ela estava na beira da cama agora e arrancou a máscara e o tudo de seu braço, ela se levantou, começando a tropeçar, sua respiração engatou, sua visão ficou embaçada. Ela não conseguia se mover e de repente sentiu forte dores no peito. Ela agarrou o peito, onde seu coração estava, caiu de joelhos e cuspiu sangue, em seguida caiu no chão desmaiando.

Ela acordou lentamente, ela estava de volta na cada e os médicos estavam sentados ao seu lado. Algo deu terrivelmente errado, ela não sabia o porquê, mas sentia ódio contra o médico. Ele notou isso e desviou o olhar.

– Você não devia ter acordado enquanto estávamos dando-lhe as doses. Nós não sabemos como isso afetou você mas temos a sensação que vamos descobrir.

Ele parou por um segundo, antes de lhe entregar um pequeno espelho, sem olhar para ela.

Ele queria mostrar um efeito sobre sua aparência também, Ela se olhou no espelho. Seus olhos se arregalaram. Eles eram completamente verdes! Ela notou que ainda tinha a costura em sua boca, e por alguma razão ela se sentiu feliz. Sua frequência cardíaca começou a aumentar novamente, ela deu uma risada baixa. O médico olhou em choque vendo que ela estava de pé a poucos metros dele,

– Doutor – Ela disse, ainda rindo.

Ele tremia um pouco, pressionando um botão debaixo do monitor.

– Sim?

– Seu tempo acabou.

Um grito foi ouvido pelos corredores do hospital. Dois seguranças correram para o quarto, chutando a porta aberta. O sangue foi a primeira coisa que eles viram. Sangue nas paredes, cama, chão e até mesmo no teto. Natalie tinha levado o médico e amarrado na cama, sua coluna foi completamente fixada na cama que estava inclinada quase como um sanduíche e o corpo dele dobrado em uma posição anormal.
O sangue escorria de seus olhos, nariz, boca e lá no canto estava assassina, sorrindo, tirando fotos horríveis das paredes cheias de sangue seguida pela frase: “ Seu tempo acabou”.

Ela lentamente se virou para olhar para eles, com os olhos arregalados e um sorriso insano espalhado pelo seu rosto.

-Olá amigos, querem brincar?

A policia sacou rapidamente e antes que eles pensassem em atirar, ela rapidamente corre em suas direções com um canivete e faz um corte profundo, na linha da cintura, sangue e órgãos inundam e o policial cai no chão. O outro sacudiu a cabeça com medo, deixando sua arma cair. Ela caminhou lentamente até ele colocou a ponta da faca em seu peito.

– Seu tempo acabou.

Ela deslizou lentamente a faca para baixo percorrendo o caminho até seu intestino. Seus órgãos derramam no chão e logo depois seu corpo cai morto.


A mãe de Natalie estava dormindo em silêncio ao lado do seu marido. Ela acordou ao som de alguém batendo em sua porta, ela se levantou e saiu de seu quarto para ir abrir a porta. Chovia lá fora. Ela caminhou até a porta e parou quando estava prestes a agarrar a maçaneta. Ela ouviu um fraco riso, a chuva e o trovão parecia estar mais silencioso. Ela pressionou o ouvido contra a porta.

-Olá mãe.

Natalie chutou com força extrema, abrindo violentamente a porta, ela estava com duas facas na mão. Sua mãe cambaleou para trás, batendo a cabeça contra a chapeleira, ela agora sangrava incontrolavelmente, ela caiu no chão, paralisada, mas ainda consciente. Natalie se elevava sobre ela e lentamente se ajoelhou para ficar ao nível de seus olhos e lhe mostrou duas facas coberto de sangue grosso, vermelho.

– Eu estava sofrendo mãe – Ela passou a ponta das facas em sua bochecha cortando ligeiramente. Natalie inclinou a cabeça. – Você foi fraca. Você não fez nada – Tudo que sua mãe podia fazer era agitar e suspirar constantemente, como um peixe fora d’agua. Natalie pegou sua mãe, virou-a gentilmente, montou em cima dela e começou a fazer um “V” com um corte em seu peito. Sua mãe apenas suspirava e balançava. Natalie sabia que ela não tinha muito tempo de sobra. Ela começou a forçar e abrir a cavidade torácica de sua mãe com um alto estalo. Natalie coloca a mão dentro para pegar seu coração que bate lentamente em sua mão, pulsando cada vez mais fraco e mais fraco. Então ela o arrancou, o sangue se espalhou por todo o seu rosto. Ela olhou fixamente para sua mãe nos olhos enquanto ela morria lentamente.

– Bons sonhos – Ela disse para o cadáver de sua mãe – O seu tempo acabou.

Ela colocou o coração na boca de sua mãe, acariciando seu rosto suavemente e se levantou.


O pai de Natalie, David tinha acordado ao perceber que sua esposa não havia retornado. Seus olhos começaram a se ajustar à escuridão e de repente percebeu que Natalie estava ao lado da cama, sorrindo loucamente e com os olhos verdes brilhando na escuridão. O Sangue estava por todo seu corpo e o cheiro era insuportável. Ela fez uma expressão de uma falsa tristeza.

-Oh papai, a mamãe se foi! Agora quero saber quem vai conseguir dinheiro pra te bancar – Então ela agarrou seu pai pelo pescoço – Era só com isso que você se preocupava não é? Dinheiro era a única coisa que você gostava!

Seu pai, no entanto era lutador desde que criança, ele agarrou-a pelo pescoço e jogou-a no chão. Ele começou a bater em seu peito até que ela começasse a tossir sangue.

-Não se sente bem, papai? – Ela tossiu mais sangue – Afinal de contas, você nunca se importou com nó todos esses anos, não é?

Ele estreitou os olhos;

– Você não é minha filha!

Um sorriso largo espalhou pelo seu rosto e ela olhou para ele com os olhos brilhantes enquanto o sangue escorria de sua boca.

-Você está certo! Eu não sou sua filha!

De repente, ela o tropeçou, fazendo-o cair duro no chão, ela se levantou, com suas facas nas mãos.

– Eles dizem que quanto maior você for, mais difícil é para morrer!

Ela pegou um travesseiro e colocou em seu rosto e então começou a esfaquear fazendo que a lâmina atravessasse o travesseiro acertando o rosto de seu pai, e a cada golpe ele ficava menos agitado e o som de desespero diminuía.

Quando ela jogou a travesseiro para longe, seu rosto estava horrivelmente mutilado.
Ele estava gemendo, chorando de dor.

– Qual o problema, papai? É dor demais para você? – Ela ainda estacou suas duas facas em seu estômago, puxou a cama para mais perto dele e levantou-a colocando um os pés da cama sobre a faca e soltando para que todo o peso pressionasse sobre o corpo. Ele começou a engasgar e o sangue derramou de sua boca, sua respiração ficou em silêncio. Ela subiu na cama para exercer mais pressão sobre o peso e então seus órgãos explodiram para fora de seu corpo. O desagradável sangue preencheu todo o chão e os lados de seu rosto.
– Seu tempo acabou.

Agora, essa seria sua parte favorita. Ela discretamente esgueirou-se para o quarto de seu irmão. Silenciosamente abriu a porta com o sangue escorrendo de sua boca. Seu irmão não estava na cama, era evidente que ele deve estar escondido em algum lugar


– Irmão, irmãozinho – Ela começou a caminhar pra dentro. – Tudo o que eu queria, era fazer você se divertir um pouco. – Quando ela entrou mais, ela ouviu atentamente para qualquer som, qualquer respiração. Ela ainda cheirou o ar para seu cheiro pútrido, ela finalmente percebeu algo. Um barulho de respiração fraca.
* WHACK *Ela caiu no chão tremendo. Seu irmão estava atrás dela com um taco de beisebol agora sangrento. Ele estava olhando para baixo com raiva. Ofegante de raiva, ela tentou lentamente se levantar, mas ele bateu nela novamente.

– Mamãe sempre gostou mais de você! – Ele bateu com força uma última vez antes de tomar um fôlego. Ela estava sangrando muito. Seus olhos verdes caíram, brilhando fracamente na escuridão. Sentia-se fraca e olhou mais de perto até o teto. Ela lembrou os dias que ela passou por aqui. Sendo torturada, tendo que apanhar de seu pai pelas travessuras que seu irmão fazia, pelos desenhos nas paredes que ele rabiscava de propósito para ela levar a culpa. Ela sentiu uma onda repentina de energia para seu corpo. Ela começou a rir insanamente. Seu irmão tentou atingi-la novamente, mas ela usou sua mão para bloquear.

– Você está indo para o inferno, irmão.

Com um grande impulso, ela empurrou seu irmão sobre a cama e ele bateu com a cabeça contra a parede. Ele rosnou com raiva. Ela esfaqueou as duas facas em seus braços, mantendo-o preso à parede. Ele gritava e se debatia.

– Vamos ver o que podemos usar aqui.

Ela começou a andar ao redor da sala e sorriu, vendo uma faca de manteiga em seu lado da cama. Ela pegou e caminhou até ele.

– Eles dizem que os olhos são os órgãos mais macios do corpo.

Ela lambeu a faca. Ele olhou com horror quando ela começou perfurava seus olhos. Ele gritou em voz alta e ela rapidamente amarrou um pano em volta da boca.

– Shhh. Não queremos que você acorde os vizinhos.

Ele não era capaz de ver nada e a dor era insuportável. Sangue vazou violentamente de suas órbitas. Ele chorava, mas agora era incapaz. Ela pegou uma tesoura e caminhou até ele.

– Eu acho que você precisa se ​​soltar, irmão.
Ela esfaqueou a tesoura em seu intestino e ele gritou. Ela o tratava como um trabalho de artes: cortando sua pele como papel. Ela levantou os grandes intestinos.
– Você sabe que eu te amo? Macarrão artístico!

Ela começou a cortar os intestinos em seções.

– Estes podem ser um pouco grande demais para caber em uma placa, no entanto.

Ela desceu para os dedos dos pés e começaram a racha-los um por um. Em seguida, ela quebrou os dedos. Ele se engasgava em seu próprio sangue agora. Ela puxou o pano para baixo e sangue derramou de sua boca.

– Não, não irmão. Talvez isso vai fazer você se sentir melhor.

Ela colocou os dedos em sua boca, em seguida, enfiou em sua garganta. Ele engasgou e morreu.– Seu tempo acabou.A menina conhecida como Natalie entrou em seu quarto. No canto, viu sua girafa de pelúcia. Ela olhou para ele e, sem uma palavra, ela entrou no banheiro. Olhou-se e ouviu um barulho de uma pequena engrenagem. Ela olha para baixo e vê um relógio de bolso, ela olhou para ele. Ela pegou uma de suas facas, pegou o relógio de bolso e desmontou o relógio até que apenas o pequeno relógio foi deixado.

– O tempo faz você viver por meio de tortura. – Ela disse. Então começou lentamente a remover sue próprio olho esquerdo que ficou embaçado e vermelho. O olho caiu na pia. Houve um som de estalo que parecia que o relógio se encaixou perfeitamente em seu olho.
– Eu… Sou… Clockwork.
A jovem que antes era conhecida como Natalie se afastou de sua casa em chamas. No interior, a girafa lentamente queimava, juntamente com corpos de sua família.

ClockWork: O Seu Tempo Acabou

Apartamento 7Olá. Meu nome é Alex. Para descrever minha vida acima de tudo, é uma merda. Hoje em meu trabalho terrível como um inspetor de demolição, eu começo a sair e examinar este complexo de apartamentos velho (Birchwood) que foi abandonado por um ano ou dois. Você pode imaginar como isso é divertido. Eu acordo ao meio-dia em um apartamento meu. Eu começo fora meu dia que acorda a este despertador velho irritante. BEEP BEEP BIP. Vou então para a porta do meu pequeno quarto. Meu quarto tem um computador mesa no canto, e as paredes são feio cor tan. Minha tela de computador pisca, alertando-me que eu tenho um e-mail. É de um endereço restrito que eu não sei, e diz "DEAD BEFORE DAWN". Provavelmente um grupo de miúdas brincando enviando-me.

I vá no térreo, um rápido brunch de cereais e torradas, e deixar o complexo de apartamentos. Eu entro no meu SUV (um CRV) e começar a meia hora de carro para trabalhar para atender o único ser humano decente eu sei. É o meu parceiro de trabalho, Zach. Ele tem cerca de 23 anos e é gentil com todos que conhece. Ele é baixo, tem olhos castanhos, e cabelos louros sujos. Trabalhar com ele torna o meu trabalho muito melhor. Assim que eu ando até ele, ele me cumprimenta com um sorriso.

"Hey Zach" eu digo.

Sup. Você ouviu por que o complexo de apartamentos de madeira de bétula foi fechado?

"Não. Como aconteceu?"

Ele me dá um sorriso; O tipo que alguém dá quando eles pensam que o que eles estão dizendo é engraçado.

"Numerosos desaparecimentos, supostamente feitos por uma criatura. Eu acho que é apenas uma desculpa porque eles ficaram sem dinheiro " .

Depois de falar por um tempo, o nosso chefe, que é um grande idiota, caminha e diz em um tom palestrante "Get movendo idiotas, você não tem o dia todo!" Nós entramos em nosso caminhão de propriedade antiga empresa, e cabeça em direção ao Birch-wood complexo de apartamentos, pronto para trabalhar o dia juntos.

Uma hora e meia depois, chegamos a apartamentos de madeira de bétula. O complexo é um grupo de sete andares de edifícios de apartamentos condenados dispostos em forma de U, com estacionamento acima e subterrâneo no centro.

"Parece meio assustador não é?" Eu digo para Zach.

"Sim. Ele faz. Eu já posso sentir a criatura me observando ", ele diz em tom provocador.

Ele fez visual tipo de amendrontador, com broken janelas e sacada tábuas marrom com ferrugem. No leve vento, você podia ouvir o edifício rangendo, eo skittering de folhas no chão.

Continuamos trabalhando. Temos que ter certeza de que o lugar está OK para demolir. Se considerarmos pelo menos 66,6%, ou 2/3, do complexo desmoronando seguro, então é seguro para demolir em um mês. Enquanto atravessamos o primeiro prédio, Zach e eu ouvimos ruídos e arranhões. Colocamos uma nota de ratos ou outros roedores no edifício. Não deve afetar os planos de demolição. Todo o primeiro edifício é considerado seguro por normas de regulação. Nenhuns líquidos ou materiais tóxicos ou inflamáveis, metal frouxo, cadáveres, etc. Enquanto nós progredimos através do segundo edifício, os sons começam a recolher. Há fracas bashes e falhas. Ao virar a esquina, no final de um longo corredor, pensamos que vimos um flash de movimento.
"Você vê isso?" Pergunto a Zach.

"Sim, provavelmente foi apenas um guaxinim. Não precisa entrar em pânico. Nós precisamos nos apressar, porém, o sol se põe às 8: 30h, e já é o seu 7." Ele diz com um tom apressado.

Seu telefone toca. É uma chamada do chefe. Eu ouço o chefe dizer algo sobre regulamentos sendo diferente devido à idade do edifício. Aparentemente, temos de verificar pelo menos 90% do edifício. Zach e eu decidimos nos separar para cobrir mais terreno e tentar pescar nosso trabalho antes do anoitecer.

"Você começa a metade superior do 3o edifício, eu começarei o fundo" me encontre no meio do 4o assoalho quando você terminar sua parte" Zach diz.

Eu vou meu caminho separado para verificar o último edifício. Mesmo quarto após quarto, com o único quarto, pequeno banheiro, e closet. Tão chato. I'm metade do 4º andar, verificar o último. Apartamento 7. O ar parece mais espesso nesta sala, como se estivesse cheio de um gás de algum tipo, como o tipo que eles usam no dentista. Minha boca fica aberta em estado de choque quando vejo o cadáver. Seus ossos são as únicas coisas restantes. Os ossos estão quebrados e arranhados. A parede atrás do cadáver espalhou-se em sangue escuro e seco. Pego meu walkie para chamar Zach, mas eu me sinto tão cansado ... tão cansado ... como se eu não pudesse mover outra polegada ... Eu vejo a cama no canto e penso, que lugar agradável para descansar por algum tempo ... Eu sou Adormecido antes de minha cabeça bater o travesseiro comido traça.

Eu acordo com um grito ensangüentado. Soa como se estivesse no corredor, mesmo à minha porta. Eu começo a perceber através da minha mente confusa e confusa que Zach, meu melhor e próximo apenas amigo, estaria de pé naquele local. Ele também era a única outra pessoa no complexo. Enquanto eu lentamente compreendo isto, a porta lentamente se abre. "SSSSQQQQUUUUUEEEEEAAAAKKKKKK". Há um som de skittering na escuridão. Eu sinto como se eu estivesse sendo observado. Eu puxo minha lanterna para fora e ligá-lo. Meu coração quase pára. No pé da minha cama, há uma criatura horrível. A criatura tem uma estrutura esquelética fina, com pele bronzeada, bem esticada. Seus olhos estãoPreto cristalino, e suas garras são afiadas e brilhantes vermelhas. Salpicado de sangue carmesim. O sangue de Zach. Ele sobe em minha cama. Abre sua grande boca, e clica seus dentes afiados. Eu sei que este é o fim. Sua mão grande fecha firmemente ao redor de minha garganta, e eu preto para fora. Eu acordo. O céu é listrado com sugestões de rosa e laranja. Está bem antes do amanhecer. O tempo em que o mundo está em silêncio, e os pássaros e esquilos estão apenas começando a acordar. Estou deitado em uma poça de sangue brilhante. Procuro a fonte do sangramento intenso, e é um buraco enorme no meu peito. Posso ver minha caixa torácica à luz fraca antes do amanhecer. Sinto-me estranhamente pacífica, e não questiono o fato de que estou no telhado. Não sinto nenhuma dor, apesar da extensão de meus ferimentos. Eu ouço skittering atrás de mim, e eu sei que eu estarei morto antes do amanhecer.

Apartamento 7

O Jogo Do CelularOlá. Você pode me chamar de "Jack". Não é meu nome verdadeiro, mas por enquanto isto é o suficiente que você precisa saber. Acho que chegou a hora de eu contar minha história. Acredite ou não, essa é a verdade. Eu espero que você aprenda com meus erros, mesmo se você ignorar tudo isso como as outras 98% que escutarem minha história até o final.
Mas há mais verdade nessa história do que qualquer um de vocês possa imaginas.
Agora, estou fora da escola há três anos, mas antes, um evento em particular ocorreu, então eu vou ter de voltar um pouco no tempo para contar a história.Acredite ou não, essa é a verdade. Eu espero que você aprenda com meus erros, mesmo se você ignorar tudo isso como as outras 98% que escutarem minha história até o final.
Mas há mais verdade nessa história do que qualquer um de vocês possa imaginas.
Agora, estou fora da escola há três anos, mas antes, um evento em particular ocorreu, então eu vou ter de voltar um pouco no tempo para contar a história.

Primeiramente, meus primeiros dois anos e meio do ensino médio, eu estudei em uma escola na parte profunda do Sul da América, perto do Golfo.

Crescemos ouvindo todos os tipos de histórias assustadoras e se há uma lição que nossos pais super conservadores nos ensinou foi que: nunca brinque com coisas desconhecidas.

Até esse momento eu era muito impopular no meu colégio. Meus dois primeiros anos do ensino médio foram uma dor real, porque eu era uma grande idiota e todos riram de mim. Eu era um solitário... e tudo o que eu realmente fazia na aula era jogar meu Game Boy todo dia antes de correr para casa para jogar um RPG que era viciado.

Tudo mudou durante meu primeiro ano, quando nos mudamos para o oeste.

Comecei a frequentar uma escola Católica com não mais de 250 alunos. Foi nessa época que eu finalmente comecei a encaixar e fazer amigos. Ninguém aqui sabia quanto idiota eu era na outra escola, então optei por "mudar minha personalidade" e tentei fazer amigos pela primeira vez na minha vida. E quem sabe, talvez até consiga uma namorada bonita se tive sorte.

Comecei a conhecer pessoas na escola. Em uma escola tão pequena, você acaba conhecendo todo mundo na sua classe.

Meu primeiro dia que eu fiz um novo amigo chamado Sam... e na hora do almoço, optei para sentar com ele e seus amigos. Ele me disse tudo sobre as outras crianças da escola - quem era mais popular, os atletas, assim por diante.

Ele me apresentou a seus amigos, também: Jim, um grande sujeito que tinha uma média de 10 em todas as matérias, Vogelman o nerd e hacker e Thomas um músico que tocava guitarra em uma banda.

Também conheci Stephanie, menina asiática e corajosa. Alguns dos rapazes diziam que ela era uma vadia, mas ela pareceria legal o suficiente. Por algum motivo ela me achava engraçado e por isso começamos a nos encontrar depois das aulas.

Sam me contou muitas histórias sobre ela, como ela costumava fazer alguns lanches e polvilhava todos com Viagra ou despejava laxantes ele comiam e sofriam o impacto e passavam horas no banheiro. Eu apenas ri educadamente e nunca aceitei as coisas que ela me oferecia para comer, com medo de ser alguma pegadinha dela.

Também havia Rottenbacher. Seu verdadeiro nome era Jason, mas todo mundo sempre o chamava "Rottenbacher" ou "Alemão" porque ele era um nazista hardcore. Ele era rejeitado e solitário. Ninguém queria ser amigo dele. Todos os dias ele usava uma braçadeira suástica vermelha sob o casaco dele onde os professores não podia ver.

Além disso, no dia das bruxas e nos eventos de fantasia da escola ele sempre ia com seu uniforme nazista e longas botas SS.

Na verdade ele era um angustiado filha da puta. Sempre que tínhamos aula de história e a professora lhe perguntava sobre o nazismo, ele gritava insultos raciais ou étnicos, ele deixava a aula gritando "Heil Hitler!"

Além disso, uma coisa peculiar que chamava minha atenção, Era que mancava como se sentisse muita dor. Sam me disse que alguém viu uma vez apertar um cilício farpado no vestiário de uma Igreja Católica, como seu fosse para se punir por seus pecados.

Era uma escola católica, então as pessoas acreditavam que aquilo era apenas um devoto cristão. Foi meio estranho para um amante de Hitler hardcore como Rottenbacher, nas como eu era noivo no colégio não dei muita importância.

Depois que ele terminou de me apresentar para todos seus colegas, Sam me contou algumas das antigas histórias da escola - incluindo uma lenda urbana que circulou sobre a cidade, uma garota que morreu misteriosamente depois de jogar algo denominado como "O celular jogo  do celular". Se você perguntasse a alguém o que aconteceu, ninguém podia nada de relevante. Sempre disseram que era porque ela jogou “O jogo do celular”

Sam, Stephanie travessa, Rottenbacher nazista, O jogo de telefone celular, Investigação da polícia sobre o desaparecimento da adolescente. Todas essas pessoas e eventos estavam prestes a se juntam para me tirar de um lugar que ao menos gostaria de estar.

Enfim, o segundo semestre passo e num piscar de olhos já era o ultimo ano do ensino médio.

Todo mundo estava de volta para o novo ano escolar, bombeado para iniciar o mais preguiçoso e mais divertido ano de nossas vidas do ensino médio. Mesmo Rottenbacher, ainda mancando em torno da escola fez em Cilicio farpado, ainda jorrando seu nazismo de lixo cada vez que alguém mexia com ele.

O ano começou estranhamente calmo. Mais dois casos de desaparecimento havia acontecido na escola e a policia já estava desconfiando de algum possível serial killer. De acordo com o jornal, a única coisa em comum que a polícia havia encontrado, era que cada pessoa que desapareceu tinha recebido uma mensagem de texto que dizia: "Bem-vindo ao jogo". Mas como as mensagens havia sido enviada de pessoas diferentes a policia descartou essa informação.

Para mim, as coisas finalmente não estavam indo mal.  Foi neste ano que finalmente eu comecei a me abrir com varias pessoas. Fiz grandes amizades e pela primeira vez não me sentia sozinho. Aos poucos, comecei a me encaixar em vários grupos e isso fez de mim uma pessoa popular.

Stephanie sempre me acompanhava porque me achava engraçado e por algum motivo ela gostava de minha piadas. Teve  um dia - que eu ainda me lembro como um dos mais felizes da minha vida - ela veio até mim no meio do campus depois da escola e olhou para mim com esses olhos asiáticos bonitos e que cabelos longos, pretos e um sorriso maravilhoso. Eu nunca tinha visto ela tão bonita, ela com jeito um pouco tímida perguntou:
- Jack, você... quer ser meu namorado?

Eu sorri, pulei de alegria ao ouvir isso. – Mas é claro! Claro que sim - eu disse, então nós nos beijamos na frente de todos. Eu finalmente tinha uma namorada. Ainda me lembro que foi um dos dias mais felizes de toda a minha vida, se não o mais feliz. Nós saímos depois da escola, íamos ao cinema, namoramos na casa dela e na minha.

Talvez eu não ficasse tão feliz se eu soubesse o que aconteceria nos próximos dias.

Foi um dia na hora do almoço, ela estava sentada com a gente, quando ela mencionou que em uma noite com suas amigas elas ficaram conversando sobre a lenda do “ O Jogo do Celular”. Ela disse que essas meninas sabiam tudo sobre as regras do jogo e que tinha explicado tudo a ela em grande detalhe.

Supostamente, você pode entrar no jogo a qualquer momento era só enviar uma mensagem de texto à meia-noite para o número de telefone correto. A mensagem de texto deveria dizer: "Eu desejo ter o poder de amaldiçoar pessoas". Se fizer certo, você receberá uma mensagem de volta dizendo: "Bem-vindo ao jogo"  e supostamente, esta era a razão dada a policia sobre os desaparecimentos.

Stephanie falou mais sobre o jogo e prestamos atenção no que ela dizia.

Ela nos disse que uma vez que alguém esteja dentro do jogo, ele corre risco de vida. Dentro de duas semanas eles seriam submetidos a diferentes tarefas ou então eles seriam arrastados no meio da noite.

Eu interrompi ela – Arrastado? Por quê? Para onde?

Ela ficou em silencio por um tempo antes de responder.

- Eu não sei - ela sussurrou antes de continuar a sua história.

Ela disse que haviam duas formas de não ser arrastado:

A primeira era encontrando um item de proteção especial. O item pode ser qualquer coisa. Você nunca sabia o que ia ser, mas tinha que ser algum item que deveria sempre te acompanhar e que estaria sempre te machucando lhe causando muita dor. Este era um preço pequeno dependendo do tempo de vida que ainda lhe resta.

A segunda maneira era trazer alguém para o jogo. Isso poderia ser feito enviando uma mensagem de texto dizendo "Bem vindo ao jogo" para qualquer pessoa que você conheça pessoalmente. Se alguém recebeu a mensagem de texto de outra pessoa que estava no jogo, então isso significava que essa pessoa estava agora no jogo também, e sujeito a todas as mesmas regras e consequências do jogo. Se a pessoa não encontrar um item de proteção a si mesmo, ou trazer outra pessoa ao jogo, então eles também seriam arrastados.

O problema dessa segunda forma é a seguinte: Enquanto o item de proteção te proteja por tempo indeterminado. Trazer alguém para o jogo, só aumenta o tempo para você encontrar um item de proteção por mais duas semanas. Se depois trazer mais alguém apenas uma semana. Eventualmente, o período de carência iria ficar cada vez mais curtos. E nesse tempo você teria que encontrar seu item de proteção.

Mesmo que isso parecesse um episódio do arquivo X, eu não gostava de ouvi-la falar sobre essas coisas, então eu disse a ela que era um monte de bobagens.

- Você realmente acha bobagem? - Ela perguntou. -Se isso for verdade imagine o quão legal isso seria capaz de amaldiçoar quem mexeu com você, trazendo elas para o jogo! Você poderia se livrar de qualquer um e ninguém jamais saberia que foi você.

Eu nunca tinha ouvindo Stephanie falando desse jeito. Ela quase parecia insana com o pensamento de vingança. Verdade seja dita, isso me assustou um pouco.

Então eu disse a ela – Nós não devemos ir brincar com coisas além de nossa compreensão. E se você se envolvesse com isso e descobrisse que é verdade? Eu não sei o que faria se algo acontecesse com você! Me prometa que você não vai mexer com essas coisas!

Ela me deu um olhar engraçado – Eu nunca pensei que você seria o tipo de pessoa a tem medo dessas coisas bobas, Jack."

- Bem, eu só não acho que é certo mexer em coisas que você não entende –  Eu olhei preocupado pra ela – Agora me prometa Stephanie. Promete que não vai tentar fazer isso.

Ela suspirou – Tudo bem, tudo bem. Eu não vou tentar jogar o jogo do celular. Você está feliz agora?

Eu disse que sim, mas verdade seja dita, eu estava com medo. Eu não acreditei nela. Em todo esse tempo que estivemos juntos eu nunca desconfiei que ela mentia pra mim ou que me traísse, mas eu podia ver em seus olhos que ela tentaria esse jogo. Mas desta vez era sério.

Então, alguns dias depois, ela se aproximou de mim e nos disse que havia entrado no jogo do celular, eu me irritei.

-O que você está pensando, Stephanie? Você me prometeu que não faria isso!

- Sim, sim eu sei! Mas não é nenhuma grande coisa. Eu já tenho tudo planejado. Além disso, se for verdade e funcionar, será uma oportunidade que eu não deixaria passar.

Ela ergueu seu celular e disse – Veja você mesmo.

Uma mensagem de texto é aberta na tela que dizia: "Bem-vindo ao jogo".

- Meio estranho, não é? Eu recebi logo depois que enviei o texto à meia-noite, assim como as meninas disseram.

Meu queixo caiu. Eu fiquei sem palavras e aterrorizado. Este jogo não pode ser real, não é?

- Stephanie, se isso for real, então você está em perigo agora. Você só tem duas semanas para encontrar seu item de proteção.

- Eu sei. É por isso que eu mandei o texto para Rebecca. Vou descobrir se o jogo é real ou não!

- Você fez o quê? Mas Stephanie, se isso for real, então significa que você pode ser uma assassina! A Rebecca agora poderia morrer por sua causa!
-
-Relaxe, Jack. Eu realmente não acredito em nada dessas coisas. Mas por via das duvidas, Rebecca sempre foi uma vadia. Eu eu percebi o jeito que ela olhava pra você durante as aulas. Ela deu a mesma risadinha maliciosa dela que eu sempre amei. Mas desta vez, eu não me senti confortável com isso.

Algumas semanas se passaram e nada aconteceu. Mas então, um dia, Rebecca não apareceu na escola. Na hora do almoço, Stephanie estava sentado em torno de nós, como de costume, quando o assistente principal veio dar um aviso com seu megafone.

- Peço um pouco de atenção por favor – Todo ficou em silêncio. – A polícia nos informou que uma de suas colegas, Rebecca, esta desaparecia.

Pele dourada de Stephanie ficou branco. Ela congelou.

- Os pais delas estão muitos preocupados. Se algum de vocês sabe alguma coisa sobre isso, por favor, venha falar comigo depois da aula. Por enquanto é isso.

- Stephanie ... – Eu sussurrei. Eu estava com muito medo por ela. Eu estava com muito medo de que ela poderia fazer. Ela olhou para mim e disse – Não diga nada.

Ela se levantou e saiu correndo do refeitório. Eu persegui atrás dela.

- Stephanie! Stephanie! O que você está fazendo?

Ela continuou correndo de mim então tirou seu telefone do bolso.

- Não tente me parar, Jack. Para sobreviver eu vou precisar de mais tempo. Posso ficar mais uma semana se eu colocar alguém no jogo, e isso vai me dar três semanas para encontrar.

- Stephanie, ouça o que esta dizendo, quem você pensa em amaldiçoar agora? Você mataria mais alguém por um pouco de tempo extra? Olha o que aconteceu com você!

Ela começou a chorar.

- Eu sei, porra! Mas eu sei quem eu vou amaldiçoar. Ninguém vai sentir falta dele, eu prometo.

- Stephanie, isso não está certo. Você não pode fazer isso. Ninguém merece isso. Deixe-me ajudá-la! Podemos encontrar um objeto de proteção para você juntos!

Ela se virou e me mostrou seu telefone celular. Ela tinha acabado de enviar uma mensagem que dizia: "Bem-vindo ao jogo".

Ela enviou para Rottenbacher.

Eu comecei a chorar. Agarrei ela tão firmemente quanto pude. – Stephanie, Stephanie. Eu te amo. Mas eu sinto muito. Isso não está certo. Nada disso é certo.

Ela segurou em mim e começou a chorar profundamente também. Nos abraçamos lá por quase uma hora. Eu ainda me lembro como se fosse ontem.

Então, naquela noite, antes de irmos para casa, nós dois resolvemos que começaríamos a procurar um item de proteção no dia seguinte.
No dia seguinte, eu estava andando com Stephanie, depois da escola, quando Rottenbacher se aproximou de nós com o seu telefone celular. Ele estava furioso.

- Isso é algum tipo de piada sua vadia de olhos puxados?

Verdade seja dita, eu achava que Rottenbacher tinha o direito de estar um pouco irritado. Claro, ele era um maníaco pervertido nazista, mas com todos os boatos de assassinato por aí, eu poderia imaginar alguém estar com raiva após receber uma mensagem de texto como esse.

Mas mesmo assim, eu não ia deixar ninguém falar com a minha namorada assim.

- Hey cara, olha o respeito! Essa não é a forma de se falar com uma dama!

- Dama? – Rottenbacher gritou – Essa dai não é nenhuma dama! Ela é apenas uma vadia e ela tentou me matar! Aposto que você matou a outra menina, também, não é? Rebecca? Ela está desaparecida por sua causa não é?

Stephanie começou a chorar novamente.

Eu puxei meu braço para trás e dei um soco tão forte que pude no  rosto do Rottenbacher. Ele tropeçou para trás alguns passos e passou a mão na boca, da qual escorria um pouco de fluxo de sangue, mas ele manteve a compostura.

Eu meio que pensei que ele iria pra cima de mim para me bater.

Depois de um momento ele falou:

- Você não entende né Stephanie? Eu já estou no jogo. Eu sempre estive. Eu sei das regras e o tempo extra que você tem. Mas ao contrário de você, eu nunca precisei matar ninguém. "

- Bobagem – Eu disse – Se tudo isso é verdade, então como é que você ainda esta vivo?

De repente, me lembrei do cilício que Rottenbacher usava em torno de sua perna que lhe causou a mancar em agonia, e que Stephanie tinha me dito na hora do almoço.

Sempre que um novo item de proteção foi descoberto, o que quer que fosse, faria com que seu portador a sofra.

- Você tem um item de proteção.

Os olhos de Stephanie se iluminou. Ficou claro que havia percebido a mesma coisa que eu tinha. Rottenbacher sorriu –  Isso mesmo, e se eu fosse sua namorada, me preocupava em encontrar algum item ao invés de fazer novas vitimas.

Stephanie olhou para ele com medo em seus olhos.

Os dias se passaram e por mais que tentemos, Stephanie e eu não conseguíamos encontrar nada que poderíamos qualificar como um item de proteção. Estávamos nos aproximando do prazo de duas semanas e ela estava parecendo cada vez mais assustada a cada dia. Seu cabelo estava uma bagunça, sua personalidade geralmente borbulhante era triste e perturbada. Ela olhava para o nada durante as aulas e orava constantemente.
Após o prazo de duas semanas, nós dois estávamos aterrorizados. Ela veio até mim na escola e disse: - Jack, eu quero que você durma comigo esta noite. Fique comigo a noite toda. Não deixe que me peguem.

Eu não podia recusar. Eu apareci em sua casa tarde da noite e entrei pela sua janela. Dormimos juntos. Foi agridoce.

Ela foi dormir me segurando, mas eu fiquei acordado a maior parte da noite observando e esperando, até que eu finalmente cai no sono por volta das 4:30 da manhã de tão exausto.

No dia seguinte, quando acordei, tudo que eu conseguia pensar era "Stephanie!" Eu olhei ao redor freneticamente. Ela não estava na cama ao meu lado.

- Stephanie! – Eu gritei alto e sai da cama e comecei a procurá-la. Caminhei em sua cozinha.

- Não fale tão alto – disse uma voz. Era Stephanie. Eu me virei para vê-la sentada em uma mesa redonda na cozinha. Ela estava sorrindo e parecia tão aflita como sempre.

Dei um suspiro de alívio.

- Meus pais já foram trabalhar, mas eu não quero que os vizinhos a fiquem desconfiados de alguma coisa.

Chorei de alívio. O tempo extra dela tinha acabado e ela estava segura. Nada havia chegado para ela. Corri todo o chão da cozinha e abracei ela e nos beijamos.

Tudo estava normal.

Por duas semanas.

Então eu fui para a escola um dia e nove de nossos colegas havia desaparecido, incluindo Sam.

Todo mundo estava apavorado. Ninguém sabia o que tinha acontecido com eles ou para onde eles teriam ido. Ninguém sabia, exceto eu e a pessoa que era responsável por isso: Stephanie.

Se a quantidade de tempo prolongado foi reduzido pela metade a cada vez que ela trouxe alguém para o jogo, significava que seu tempo extra estaria funcionando novamente até esta noite.

Eu confrontei ela sobre isso depois da escola.

- Stephanie, a polícia está ficando desconfiada. Você não pode mais fazer isso, e eu não posso te ver fazendo isso. Isso é errado. Ele é mau!

Ela me olhou em silêncio. Ainda me lembro do olhar em seus olhos naquele dia. Neste ponto, tornou-se claro para mim que a menina que eu tinha conhecido e amado estava muito longe, e tudo o que restava era uma desalmada, perversa que se agarrava à vida e temia a morte mais do que tudo. Mas mesmo assim, eu ainda a amava mais do que tudo. Ela foi minha primeira e única namorada, eu não poderia deixá-la ir. Eu não podia deixar que nada aconteça a ela.

- Está tudo bem – ela disse – Eu não vou mais fazer isso. Eu aceito o que as consequências. Ninguém mais vai morrer por minha causa.
- Stephanie ... você tem certeza? Talvez ainda podemos encontrar um item de proteção para você, se procurarmos agora.

Ela olhou para baixo tristemente – Não há mais motivo para fugir do meu destino. Só quero passar a noite com você hoje à noite, ok? Só mais uma noite juntos. Isso é tudo que eu quero.

Eu fiquei com o coração partido. Tudo era muito melancólico e muito melodramático. Eu estava tão triste ao ouvir suas palavras que ela seria tirada de mim.

Eu vomitei. Vomitei e vomitei repetidamente em uma lata de lixo próximo de nos tentando revidar um fluxo interminável de lágrimas.

Naquela noite, ela dormiu comigo de novo. Doente, fraco e cansado, eu desmaiei de cansaço perto das 3h00.

Menos de uma hora depois, eu acordei com um sobressalto.

Stephanie foi embora.

Sentei-me e olhei em volta, em seguida encontrei um bilhete. Eu li.

“[Jack]: Sinto muito por ter mentido para você novamente, mas eu não estou pronto para morrer ainda"

Um calafrio percorreu minha espinha. Eu continuei a ler.

"Eu descobri o que eu preciso fazer. Não se preocupe, como eu prometi, ninguém vai morrer por minha causa”

O que ela poderia estar pensando? Eu olhei em volta do meu quarto. De repente, notei que a pistola calibre .45 que meu pai comprou-me para o meu aniversário de 18 anos havia desaparecido do meu quarto, e agora tudo fez sentido.

É por isso que ela queria passar a noite comigo esta noite. Ela queria que a minha arma. ela estava planejando ir atrás Rottenbacher e tomar o seu item de proteção.

O tão rápido que pude coloquei uma roupa e sai correndo para o carro do meu pai. Eu sai em disparada em direção apartamento de Rottenbacher.

Quando cheguei lá, notei que a fechadura havia sido baleada e de fora e ouvia vozes no vindo de dentro.

Eu empurrei a porta aberta – O que está acontecendo aqui? – Eu gritei.

Olhei em volta. Stephanie estava apontando a arma para. As paredes do apartamento estavam cobertas com fotos de Adolf Hitler e banners suástica. Havia chicotes e correntes espalhadas pelo chão do quarto. Rottenbacher estava pisando em torno de pijamas de manga cumprida e xingando ela em sua forma neonazista típica, gritando sobre 'invasão de domicílio' e sobre  "chamar a polícia" e isso e aquilo. Ele estava mesmo usando aquela braçadeira nazista estúpida. Era óbvio que esse cara era um fanático louco.

Stephanie gritou para ele – Cale a boca!
Ela disparou dois tiros contra a parede atrás dele.

- Agora me dê essa coisa farpada de tortura que você está sempre usando, ou eu vou matá-lo agora mesmo.

A voz dela era assustadora.

Rottenbacher ficou no lugar por um momento e, lentamente começou a tirar as calças do pijama.

- Você está cometendo um grande erro. Você deveria apenas aceitar as coisas como são e morrer com dignidade. Você não vai conseguir acabar com isso.

Ele tirou o Cilicio de sua perna, do qual escorria uma pequena quantidade de sangue e entregou a ela.

Imediatamente, ela colocou-o em sua própria perna com uma mão, mexendo com a minha pistola, enquanto ela apertou até doer, e sua própria perna começou a sangrar um pouco.

- Vamos, Jack –  Ela sussurrou e se virou para sair.

Comecei a sair com ela. Do apartamento, ouvi gritos de Rottenbacher.

- Você não vai se safar dessa! Ele vai vir para você e ele vai arrastá-lo para o inferno pelo o que você fez! Você vai pagar pelas vidas dos seus colegas!

Eu podia ver que ela estava chorando um pouco à medida que nos afastávamos.

Eu estava mal. Fiquei enojado com tudo isso. Eu fiquei com nojo de Stephanie por ser tão cruel e egoísta, e eu fiquei com nojo de mim mesmo que assisti tudo isso e vendo os sinais, e não fazer nada para detê-la. Mas pelo menos agora ela estaria segura.

Enquanto caminhávamos de volta para o carro, eu fiz uma pequena oração para Rottenbacher na esperança de que ele pudesse encontrar um novo item de proteção dentro de duas semanas. Ele pode ter sido um bastardo racista, mas de certa forma, ele ainda mais bondoso do que Stephanie. E se o que ele disse sobre nunca trazer ninguém ao jogo fosse verdade, e ele não merecia morrer por isso.

Eu deixei Stephanie em sua casa. Ela estava exausta. Eu teria dado-lhe um beijo, mas eu estava muito enjoado e só queria que todo o calvário acabasse.

- Boa noite – Eu sussurrei pra ela.

- Boa noite, Jack. Eu te amo - ela sussurrou de volta, e saiu do carro e voltou para sua casa.

Eu comecei a dirigir para casa, exausto com tudo que aconteceu.

De repente, meu celular começou a tocar. Eu o peguei. Era uma chamada da Stephanie.
Eu perguntei.

- Alô?

A primeira coisa que ouvi foi um grito, seguido pelo que soava como o barulho de bater em sua porta.

- Jack! Me ajude! Ele está aqui! Ele está aqui, e ele está vindo para mim!

- O quê? Espere, Stephanie!

Fiz uma reviravolta na com o carro e sai em disparada de volta para sua casa. Stephanie estava se tornando mais frenética.

De repente, do outro lado da linha, ouvi o som de sua porta sendo surrada, seguido por outro grito. Eu podia ouvir Stephanie gritando no topo de seus pulmões, meu sangue gelou com grito. Eu ainda me lembro do momento perfeitamente, e eu me lembro dos gritos dela palavra por palavra.

- Não, Não, eu não quero morrer! - A adrenalina subiu no meu coração e eu pisei no acelerador.
-Não, Não, Por favor, Pare!

Ela gritou novamente e ouvi o que parecia ser o telefone batendo no chão os gritos de Stephanie foi ficando cada vez mais longe.

E, em seguida, o ar morto.

- Stephanie? Stephanie! Responda porra!

Não obtendo resposta, eu desliguei e chamei a polícia.

Quando cheguei na casa de Stephanie, a porta da frente havia sido esmagada, eu estacionei o carro em seu gramado e pulou para fora, carregando minha pistola calibre .45 comigo.

Corri para dentro, procurando pelos corredores. Tudo estava em câmera lenta.

Então, eu fui para o quarto de Stephanie. Eu acendi a luz e verificado todos os cantos com a minha pistola na liderança. Finalmente, eu abaixei a arma quando algo me chamou a atenção no centro da sala. O celular de Stephanie estava jogado no chão ao lado de sua cama.

No meio da sala no tapete, tinha uma pequena mancha de sangue. Não era mais do que algumas gotas. Mas a visão mais arrepiante de tudo era que a partir da borda da cama dela até a porta de seu quarto que levava para o corredor havia um rastro de marcas de garras que ela tinha deixado como algo ou alguém tivesse arrastado para longe de sua condenação.

Eu não aguentava mais.Me Virei e sai do quarto. Na saída, eu não pude deixar de notar que ela tinha arrancado a maioria de suas unhas arranhando o tapete e que eles estavam espalhados perto dos trilhos que seus dedos haviam deixado.

Eu podia ouvir as sirenes chegando à distância

Passaram os dias, então semanas, depois meses. A polícia fez investigações, eles me questionaram muitas vezes, minhas história eram sempre iguais. Eu disse a eles a verdade, como eu sabia. Eu acho que eles não acreditaram em mim, mas todas as evidências comprovaram minhas história e não havia nada que eles pudessem usar para me julgar como culpado. Então eles me liberaram.

As coisas gradualmente voltou ao normal.

Nossas aulas voltaram ao normal e eu terminei o ano depois fui para a faculdade.

Mas havia uma coisa que ainda me incomodava a respeito de Rottenbacher. É que ele não desapareceu como as outras pessoas. E a Stephanie tinha feito certo e conseguiu seu item, mas mesmo assim ela foi arrastada.

Isso pode significar apenas duas coisas: Ou as regras estavam erradas, ou foi Rottenbacher que se livrou de minha namorada. Se este fosse o caso, eu mesmo vou lançar minha vingança sobre ele.

O Jogo Do Celular

-Ela era uma garota muito peculiar, daquelas que não se vê igual, seus olhos eram cor de mel, e gostava muito de brincar com fogo. Ela sempre usava uma camisa preta de manga longa com capuz. Quando não estava com o capuz era possível notar o quão comprido eram seus cabelos pretos. Sempre usava também calça jeans preta e uma bota de couro preta – Explicava Leon para os oficiais que o interrogavam em sua casa.

Ígnea - A Proxy